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	<title>Comunicação Digital e Texto Eletrônico</title>
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		<title>Comunicação Digital e Texto Eletrônico</title>
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		<title>Capítulo 5 &#8211; Uma constelação de redes: mídia de massas, jogos, internet e telefones.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 00:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jolotero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[http://www.youtube.com/watch?v=yCcndPQRlC4&#38;feature=related   Uma constelação de redes: mídia de massas, jogos, internet e telefones  Como observamos, a comunicação é sempre produto de três condições: a organização econômica do sistema de mídia (transmissão e produção de conteúdos) das diferentes matrizes de mídia que utilizamos para classificar as mídias em função das nossas necessidades e objetivos, ou se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=60&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=yCcndPQRlC4&amp;feature=related">http://www.youtube.com/watch?v=yCcndPQRlC4&amp;feature=related</a></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uma constelação de redes: mídia de massas, jogos, internet e telefones </strong></p>
<p>Como observamos, a comunicação é sempre produto de três condições: a organização econômica do sistema de mídia (transmissão e produção de conteúdos) das diferentes matrizes de mídia que utilizamos para classificar as mídias em função das nossas necessidades e objetivos, ou se preferimos as nossas representações ante as mídias, e das nossas dietas de mídia, ou práticas com as mídias.</p>
<p>Essa conjugação de dimensões produziu o modelo de <em>comunicação sintética em rede</em>.</p>
<p>A proposta é que o sistema de mídia se articula cada vez mais em torno de duas redes principais, que por sua vez se comunicam com as diferentes tecnologias de comunicação e informação.</p>
<p>Essas redes constituem-se respectivamente em torno da televisão e da internet estabelecendo nós com diferentes tecnologias de comunicação e informação como telefone, o rádio, a imprensa, entre outros.          <br />
Um metassistema de entretenimento em transição: dos jogos multimídia à televisão.<br />
   <br />
Muito do futuro das utilizações de multimídia, fruto da articulação entre os subsistemas de comunicação mediada por computador e da globalização da escolha no nível  dos meios de comunicação de massas.</p>
<p>Se basearmos a nossa análise em torno dos investimentos dos setores público e privado na Europa e nos EUA, o que assistimos é uma dualidade de apostas.<br />
 No que diz respeito às novas tecnologias como a internet ou os celulares, o setor público está interessado essencialmente em promover a infra-estrutura e o acesso, em setores como a educação, saúde e aprofundamento cultural permitirá melhorar as condições de vida e as oportunidades de populações.</p>
<p>Outro fator é também de vários estudos indicarem não ser certo que as pessoas pretendam, no uso de todas as novas tecnologias, apenas mais entretenimento em vez  da utilização da multimídia para acesso à informação, assuntos da comunidade, envolvimento político e educação.</p>
<p>A hipótese, após um momento inicial de experimentação, caracterizado pela transposição para a internet de relacionamento com os consumidores característicos dos meios de comunicação de massa, esse ajuste resultaria de uma adaptação do mundo produtivo às exigências do consumo.</p>
<p>Os dois maiores mercados mundiais de serviços audiovisuais são a União Européia e os EUA, apresentando uma estrutura de receitas bastante similar. As taxas de crescimento médias são idênticas entre os dois mercados, 11%. Os países do Sul da Europa (França, Portugal, Itália e Espanha) possuem uma maior participação do cinema na sua dimensão de vendas de bilheteria que a Alemanha e a Grã-Bretanha. No rádio, as maiores contribuições são registradas na Alemanha e Portugal. </p>
<p>O que os dados parecem indicar é que existem regimes de mídia diferenciados também em função das culturas nacionais, aparentemente na Europa a ia ao cinema é uma atividade menos freqüente do que a pratica norte-americana</p>
<p> Economia política da pirataria – A introdução das redes P2P originou um extremar de posições.  Os usuários de internet aumentando o download de filmes e música de forma gratuita e ilegal, por outro lado as associações fonográficas e de produtores de filmes procurando aumentar a repressão sobre essas formas de uso da internet. </p>
<p>Sinais de mudança no campo da música são o sucesso agregado iPod e iTunes da Apple para a venda de músicas.</p>
<p>Que não seja de estranhar que hoje vivamos anos de posições extremas entre o público, aumentando o número de cópias ilegais de MP3, e gravadoras reprimindo judicialmente a sua própria base de consumo atual e futuro, os mais jovens. </p>
<p>As implicações da alteração de modelos são grandes, em particular para as gravadoras, que sofrerão maiores problemas em termos da sua gestão de catálogos. Novas bandas recorrerão também a novas formulas de afirmar a sua identidade pela internet antes de recorrer a uma gravadora.</p>
<p> A pirataria ou download ilegal parece em alguns casos ser entendido como moralmente mais justificável de músicos que não sejam os nossos preferidos, ou seja, aqueles de quem não comprariam os discos ou filmes produzidos longe de nós por grandes empresas globais, pelo menos para usuários da internet fora dos EUA. O novo player do entretenimento: os jogos multimídia. Entre 2000 e 2003 o mercado dos jogos multimídia cresceu na Europa cerca de 40% (crescimento médio de 10%) e nos EUA 50% (crescimento médio de 24%), com o surgimento de novos consoles.</p>
<p>A consultoria PriceWaterhouseCoopers em 2004 apresentou os videojogos como um setor de crescimento  mais acelerado para os próximos anos, atingindo em 2008, US$ 55,6 bilhões.</p>
<p>Segundo estas previsões, ocorrendo à diminuição no mercado de jogos para PC e expansão com os novos consoles (128 bits), a nova geração de máquinas, sendo distribuído online e wireless, pela crescente penetração da banda larga e novos celulares, sendo possível a utilização tanto para entretenimento como para comunicação.</p>
<p>Este crescimento não se dá apenas pelo surgimento de novos consoles, ofertas, qualidade dos jogos multimídia, mas por um constante mercado em expansão, ou seja, no aumento de consumidores, atingindo a população no geral.</p>
<p>Pesquisa mostra, de 50% dos americanos, 39% são mulheres.  Sendo a idade média de usuários dos jogos multimídia 29 anos e o acesso freqüente, por maiores de 18 anos.</p>
<p>Tem-se como modelo de <em>comunicação sintético em rede</em>, a relação com a internet, esta é uma dimensão a mais para os jogos multimídia, sendo a ligação dos jogos com as outras tecnologias.</p>
<p>Um software de interação, dando para os usuários a total liberdade. Mostrando a partir de 1997 um fator importante, onde foi à primeira vez em que as receitas de vendas dos jogos superaram a bilheteria do cinema. A produção de um jogo rivaliza com a produção dos filmes de Hollywood, custo hoje de 3 a 4 milhões, sendo que em 1998, beirava 1,5 milhão.</p>
<p>Conclui-se tal custo, pela exigência dos próprios usuários, pois os jogos hoje comparados com as produções cinematográficas têm alta interação, existindo torneios entre jogadores, havendo comunicação on-line, interação com o meio ambiente e personagens secundários, com isso a produção se torna mais cara. Os jogos multimídia deixam assim de ser meramente alimentados por conteúdos oriundos das indústrias do cinema, livro e televisão e passa a contribuir para o aparecimento de filmes inspirados em personagens de jogos como, Super Mário, isto mostra o porquê da partilha de processos de dinamização entre indústrias culturais do cinema e dos jogos.</p>
<p><strong>A reafirmação da TV como elemento central do metassistema de entretenimento.</strong></p>
<p>Se nesse novo sistema, o cinema continua a cumprir um papel central no metassistema de entretenimento e os jogos multimídia  surgem como um novo elemento nas estratégias, que papel cabe à televisão na esfera do entretenimento?</p>
<p> Embora muitas vezes olhemos a TV como fonte de notícia, ela é hoje, essencialmente uma fonte de entretenimento, porém a TV nem sempre foi entendida assim.</p>
<p> Se pensarmos a história da TV em três momentos diferentes, identificamos que a primeira parte (países europeus entre 50 e 70), uma fase que denominamos monopólio, onde ocorre uma identificação do serviço público com esse meio, mas também com o rádio.</p>
<p> A sua dimensão cultural é vista como caráter educacional, promovendo uma alfabetização complementar.</p>
<p>Uma segunda fase da TV européia pode ser identificada (entre metade de 70 e 80), um sistema de TV pública e provada. A função cultural da TV pública desse período é democratizar a cultura pela ampliação do acesso à cultura com descentralização. A cultura assim é vista como circulação espontânea de idéias e não como um repertório definido fixo, abrindo lugar à experimentação. Nesse quadro a concorrência passa a ser clara entre emissoras privadas e públicas.</p>
<p>O papel da TV na terceira fase, é o de um gênero específico que tem múltiplos concorrentes, das cadeias televisivas comerciais à nova oferta pela internet.</p>
<p> A partir do momento que o objetivo cultural deixa de ser caráter alfabetizador e a cultura passa a ser entendida como um gênero em si surge o convívio com diferentes modelos de televisão, que embora proponham uma programação diferente, possuem uma ênfase muito maior na dimensão do entretenimento do que a informativa.</p>
<p> Na primeira fase descrita como <em>paleotelevisão</em>, predominavam as lógicas institucionalizadas do Estado e a comunicação pedagógica com o telespectador.</p>
<p> A segunda fase, da <em>neotelevisão</em>, caracteriza-se por um conjunto de transformações, traduzidas num aumento do n° de operadores, na expansão dos horários de transmissão, na natureza e estrutura das transmissões e na alteração dos modelos de produção.</p>
<p> A TV aberta em nível global pode seguir padrões semelhantes de conteúdos e formatos, mas continua a incorporar uma dimensão nacional forte. Essa afirmação tem menos a ver com as práticas políticas de defesa de conteúdos nacionais do que com as próprias práticas do regime da mídia perante a televisão.  Assim a Hungria possui, em conjunto com a Polônia e a Itália, os valores mais altos de consumo diário de televisão (acima dos 245 minutos), enquanto Dinamarca, Áustria, Suécia e Noruega, possuem os valores mais baixos (abaixo dos 170 in.).</p>
<p> O horário nobre em Portugal, Espanha e Itália estão entre as 13 e 16 horas e às 20 às 22 h, enquanto Alemanha, Suécia e Dinamarca possuem apenas um horário Nobre: das 18 às 23 horas.</p>
<p> Essa diferenciação também ocorre no conteúdo, em muitos países Europeus existe uma clara divisão onde o esporte representa mais de 75% dos programas mais vistos, numa clara aproximação aos dados dos EUA. Em termos geográficos também existe uma diferença que denota uma diferente perspectiva cultural, o futebol, sem fronteiras, diferente dos esportes de inverno apreciados na Zona Alpina e do Norte da Europa e Escandinávia.</p>
<p> O surgimento da TV como divertimento da massa, tirou o papel que o cinema tinha durante o início do séc. XX de motor das indústrias culturais.</p>
<p>O século XX e inicio do século XXI, na mídia foi marcado pela convergência econômica tecnológica e de mercado.</p>
<p>As experiências das ultimas décadas quanto a Itv ultiliza-se da flexibilidade de comunicação através de voz, texto e vídeo sendo individual ou em grupo utilizando uma plataforma de produção e processamento de informação e a potencialidade de criação da mensagem podendo escolher a melhor câmera e angulo para ver seu jogo de futebol.</p>
<p>Se tentarmos juntar a internet com a TV seria quase impossibilidade pela incompatibilidade de Mbits e também pelo publico diferenciado de cada meio de comunicação, devido a internet está mais focada para o trabalho e empresa e a TV por sua vez, é mais utilizada como forma de laser e distração. Para que possa juntar meio é necessário inventar uma nova audiência em que haja interação com o telespectador, tenha canais de escolha, dispor de tempo e de dinheiro.</p>
<p>A idéia de que o uso da interatividade por parte das mídias de massa on-line na internet são superiores a ITV, devido a três elementos a navegação, funcionalidade e adaptabilidade que a internet oferece.</p>
<p>Devido à interatividade que a TV oferece com o telespectador tem maior audiência sendo que abrange todos os públicos devidos sua comunicação interpessoal é um método de comunicação que promove a troca de informações entre duas ou mais pessoas. , mas fica claro que a presença da televisão na internet terá ainda problemas devidos ao poucos recursos como falta de investimento dos canais, baixa oferta de banda larga e de certa forma a incapacidade que a televisão tem de se firmar no setor digital.</p>
<p>Desta forma o setor investe mais no sistema de televisão em rede, no qual os telespectadores têm certa interação com a televisão através de trocas de mensagens (SMS) e votação via internet como no caso do programa Big Brother Brasil. Através de meios a televisão utilizada estes meios para que telespectadores possam expressar sua opinião sobre assuntos particulares ou mesmo de votação e participação.</p>
<p>Mesmo com diversas tecnologias a televisão continua sendo a mídia mais utilizada e mais vista pelo publico, desta forma ela se une com outros meios de tecnologia, mas não perde suas características próprias. E a internet assume a segunda posição de interativa de, sendo que esta sempre disputando o primeiro lugar com a televisão, mas de certa forma fica difícil, pois a televisão já faz parte do cotidiano.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/comunicdigital.wordpress.com/60/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/comunicdigital.wordpress.com/60/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=60&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Capítulo 4 – Modelos de comunicação e sociedade informacional.</title>
		<link>http://comunicdigital.wordpress.com/2010/09/15/capitulo-iv-%e2%80%93-modelos-de-comunicacao-e-sociedade-informacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 00:19:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>GlubGlub</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Resumo base para seminário apresentado pela Agência Santa Cria, na Faculdade das Américas.

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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Agência Santa Cria</strong></p>
<p>Fizemos o desdobramento dos modelos de comunicações atuais, percebendo seu real funcionamento junto a sua verdadeira intenção.</p>
<p>O funcionamento e articulações da mídia atual não correspondem ao entendimento da realidade em que vivemos. As intenções que ficam por trás destes novos meios estão ligadas a estratégia e mecanismos desenvolvidos pela economia deste mercado, e ao regime que mistura assuntos atuais junto a um modo de interpretação já convencionado por duas décadas.</p>
<p>No processo de reflexividade(processo de Giddens-1998) incorporamos o conteúdo midiático por meio de interpretações da escrita, em sua oralidade e leitura de imagens. Este contato natural, nos faz acreditar que as praticas deste regime podem ser absorvidas em nosso convívio natural sem relutar ou nos questionarmos sobre reais funcionalidades.</p>
<p>Conseguimos perceber dentro do sistema tecnocultural, a interação tecnologica proporcional ao interesse da economia, da tecnologia e ciência, unidas a sócioantropologia e a política regida pela ética atual. Cada uma das dimensões citadas anteriormente, cria um ambiente para a construção comunicativa onde nossa sociedade faz uso das ofertas e cerceamentos gerados pela combinação oferecida pelo processo da globalização econômica. Os modelos de comunicação segue os passos da globalização, mostrando novos modos e formatos de comunicação.</p>
<p>A globalização comunicacional do século XX.</p>
<p>A identidade criada para a comunicação no século XX, caminha junto com a idéia da mídia ser um instrumento isolado quanto sua utilidade no deslocamento de informações, interessante é fazer uma relação ao surgimento de outros meios, que de maneira nenhuma criaram a sugestão do isolamento e autonomia total.</p>
<p>A mudança de comportamento durante o séc.XX cria-se um processo social que transforma interesse pela informação. Comportamento notado a partir da década 70 nos países mais desenvolvidos, este perfil comportamental logo se espalha pelos demais países. Logo as regras no mercado econômico tomam novas formas, não só na produção de informação mas também aquece a industria de equipamentos, causando a fusão da informação com a informática.</p>
<p>Nos tornamos reféns de símbolos sistêmicos normatizados pelos meios de comunicação, e nos por sua vez exigimos a melhor distribuição possível junto ao seu desenvolvimento, desde a forma que é escrita até a forma que é dissipada, junto a este movimento vem a publicidade, tornando possível a grande divulgação de uma informação. A grande complexidade da organização deste sistema, leva a construções dos novos modelos informacionais, dando origem a uma globalização comunicativa.  A evolução dos mercados econômicos contribuem e muito para toda e qualquer expansão deste mercado movido pelas informações. O sistema capitalista pega carona nas diversificações das articulações em rede e ao longo de todo séc. XX são elaboradas maneiras que ligam o mercado e a comunicação.</p>
<p>Entre as crises dos anos de 1929 e 1973, criou-se o impulso ao uso da televisão, que caracteriza a massificação no comportamento desta época. Em termos de modelos de comunicação fomos passivos aos momentos históricos do século passado.  Hoje nos deparamos com opções com a televisão e internet para nossa aparente livre reflexividade no conteúdo de suas informações.</p>
<p>Nossa vida social é resultado das intervenções do tempo e da forma simbólica que tais informações são entregues, a simultaneidade entre o fato ocorrido e a transição de  sua informações só teve lugar na nossa geração. O funcionamento de tais tecnologias também entram em adaptação,com novas formas de funcionamento no âmbito econômico e por fim do meio social também. A sociedade e a mídia caminham juntas, uma interferindo na outra de maneira dramática, massificação social e homogeneização cultural vem ditando suas regras de maneira determinantes, e a sociedade por sua vez interfere no funcionamento da mídia, exigindo melhor qualidade em seu funcionamento e em sua mediações sejam elas de forma oral, escrita e eletronicamente .</p>
<p>Cada uma das formas que a informação nos chega é oriunda da versão impressa do séc. XIX, onde o sujeito autônomo aparece com suas idéias absorvidas na disseminação das noticias, a democracia nasce neste berço neste ponto, a racionalidade vem construir a esfera pública. Em etapas os modelos de comunicação aparecem em forma de imprensa, depois o cinema e o rádio. A hierarquia destes meios é sempre respeitada na altura do comportamento social em que foram constituídos. Por último vem a televisão baseado nas relações horizontais e de interatividade.</p>
<p>A comunicação de massa nasce aí com um corpo de sua pluralidade de interpretações de seus receptores, mesmo que em um processo de distribuição de forma simbólica. A internet, vem partilhando sua informação, com língua franca inglesa interagindo de maneira global com identidades pessoais e valores locais, resultando combinações  únicas para cada sociedade.</p>
<p>O uso da internet trouxe a este meio de comunicação, a interpessualidade por sua rapidez de transmissão de dados, o tempo usado para o envio de email por exemplo é o mesmo que seria usado se feito pessoalmente. Pontos de diferenciação entre as velhas são postos como o centro de um desenrolar de assuntos como, novas formas de conhecimento. Tomamos como fonte de reflexão a evolução dos videogames ou campos de comunicação interpessoal. Com as mesmas plataformas, o intuito é gerar novos interesses, aquecendo o mercado de eletro eletrônico, desenvolvendo novas maneiras de se olhar para a comunicação interpessoal, as mudanças organizacionais deste mercado vao instigando em todos os sentidos a sociedade.</p>
<p>Caminham juntas a estrutura comunicacional os fenômenos econômicos. Se por um lado estar informado da maior maneira possível e não da melhor maneira possível é o que interessa para a sociedade contemporânea, a vida das pessoas se transformam em função deste sistema, junto a estrutura econômica caminha para uma intensa movimentação.</p>
<p>Pontos positivos são pontuados neste movimento da globalização como a solidariedade social,desenvolvimento de comunidades. Pontos negativos podem aparecer no distorcer de informações, o uso de má fé na criação de consensos contra determinados grupos incitação  a determinado assunto que vai contra a ética que nos torna tolerável.</p>
<p>Retórica, acessibilidade informativas e narrativas.                       </p>
<p>As formas de apresentação do conteúdo da informação ganha rumos cada vez mais interpessoais e vai caminhando para novas interferências na vida social na comunicação de massa como a criação de marketing  político e empresas de comunicação cada vez mais aprimoradas a oferecer a divulgação de informações, encontramos aí uma contradição na liberdade de impressa, quando vemos dos donos da mídias nos induzindo a depender do valor de sua noticia.</p>
<p> Caminhamos para um numero maior de informação e novos números de modos e modelos de comunicacao, fruto da competitividade de suportes tecnológicos e surgimentos de realidades impostas por interesses repletos de pressupostos e interesses de consumo.</p>
<p>Restringindo nossa liberdade intelectual, o domínio da internet aos filtros de grandes instituições nos faz repensar em novos filtros para um modo de vida mais assertivo para o individuo, levando a novos argumentos vitais no acesso a informação oferecida, esse pensamento vai de encontro a necessidade do conhecimento de tais mecanismos impostos para gerar autonomia as discussões necessárias.</p>
<p>A acessibilidade entra em questão quando a informação se torna passível a sociedade. Misturada ao entretenimento, ela permeia nossas vidas se tornando equivalentes a verdades unânimes, oferecendo perigo quando não detectadas suas verdadeiras intenções em seu curso. Partindo do principio que a causa e efeito é a melhor maneira de obter resultados entre as pessoas, os mecanismos são baseados de forma segurara entre seus codificadores para tratar de efeitos sociais almejados, tanto ideologicamente quanto economicamente.</p>
<p>As generalidades aparecem em meios como a televisão, alterando o critério informativo e transformando-os em pura e simplesmente rumores, logo se tornando noticias. A política a religião, identificam seus ideais neste formato e entregam a sociedade, misturando entretenimento a assunto de suma importância a conscientização social, assim tais assuntos são absorvidos de maneira crédula e inquestionável por tais consumidores, por se tratar de uma associação lógica.</p>
<p>A comunicação sintética em rede.</p>
<p>Pensando que a sociedades se caracterizam em modelos de comunicação não em modelos informacionais, o caminho para o desenvolvimento de cada sociedade somasse a necessidades atuais e modelos e costumes já pressupostos. O modelo interpessoal é considerado o primeiro entre os quatro modelos de organização de intenção de uso por uma sociedade, depois temos o de um para muitos, a comunicação de massa permeia o formato de comunicação generalizado, e por ultimo vem a comunicação sintética, onde combinações e associações básicas são feitas até a formação final de opinião, por meio de contrações de dados ou informações nos fatores comunicativos.</p>
<p>A comunicação sintética em rede resulta as diferentes dimensões de um sistema tecnocultural. Modelos são criados para possibilitar a interação e integração do paradigma organizado para uma comunicação em rede. O ponto chave entre a emissão e recepção fica por conta do tipo de aparelho industrial, as possibilidades da qualidade de partilha e criação, vem da tecnologia dos instrumentos utilizados.</p>
<p>Sintonia dos fatos ofertados por esta comunicação em rede fica aberta sendo assim, sem começo, meio e fim, fica organizado em um discurso solto em meio tantos outros assuntos, que se sucedem de forma continua, contrario da impressão, por exemplo. A comunicação sintética se mostra assim, de forma hipertextual, unindo o contexto clássico do texto e o conceito entre a comunicação interpessoal.</p>
<p>Vindo para oferecer autonomia comunicativa a partir de modelos anteriores, porem sem se sobrepor a eles, o modelo de comunicação sintética, apresenta uma forma facilitadora de lidar com o quadro social junto a sua cultura virtual.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/comunicdigital.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/comunicdigital.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=57&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cap 3 &#8211; Sociedades em transição para a sociedade em rede.</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 00:31:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jasquel Sá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[Agência Apriori Sociedades em transição para a sociedade em rede   Há duas tendências paralelas que enquadram o comportamento social: Individualismo e comunalismo. O primeiro deles refere-se à construção dos projetos individuais, cada ser tem sua transformação significativa de forma individual e o segundo trata-se do coletivo, os membros do grupo possuem um conjunto de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=23&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><strong>Agência Apriori</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sociedades em transição para a sociedade em rede</strong></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Há duas tendências paralelas que enquadram o comportamento social:</p>
<p style="text-align:justify;">Individualismo e comunalismo. O primeiro deles refere-se à construção dos projetos individuais, cada ser tem sua transformação significativa de forma individual e o segundo trata-se do coletivo, os membros do grupo possuem um conjunto de valores definidos por um grupo.</p>
<p style="text-align:justify;">A internet torna-se uma poderosa ferramenta para ao relacionamento pessoal, busca, une e interage as pessoas na sociedade. Constrói projetos e causa a evolução social. Ela auxilia no conhecimento e na educação de todas as pessoas que buscam obter algum tipo de informação. O interesse por agregar valores devido a sua educação é sempre vindo de jovens do que de mais velhos, devido a isso o uso da tecnologia é bem maior.</p>
<p style="text-align:justify;">Uma sociedade é informacional quando possui uma sólida tecnologia de informação, Infra-estrutura, produção e conhecimento. Um exemplo de sociedades informacionais é: Finlândia, EUA e Cingapura, pois têm empresas produtivas e inovadoras. Uma sociedade é considerada aberta quando está receptiva as mudanças globais. Atualmente para se triunfar no jogo de importações e exportações, o país precisa desenvolver competências necessárias para inovar.</p>
<p style="text-align:justify;">A questão educativa é fundamental para análise da transição para a sociedade em rede, porque existe uma forte relação na sociedade, pois existem muitas pessoas que utilizam de uma mesma ferramenta que é a internet.</p>
<p style="text-align:justify;">Um exemplo de um país em transição para a sociedade em rede é de que se trata de um país que, em diferentes graus, divide características de desenvolvimento, valores e condicionantes históricas e políticas com um grupo de outras sociedades que tem em comum terem partilhado, a sua democratização e ao mesmo tempo posições de desenvolvimento informacional. Existe uma forte correlação entre internet e educação. Hoje, os jovens necessitam de acesso a internet para sanar dúvidas e atualizar seus conhecimentos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os números de usuários universitários são maiores do que o estudante do ensino médio, devido ao grau de profundidade a um determinado assunto, a busca para desenvolver e aprimorar o raciocínio é mais elevada do que quaisquer outros níveis de escolaridade.</p>
<p style="text-align:justify;">Se analisarmos a diferença entre acesso e uso, será constatado que Portugal dentre os países Polônia, Espanha e Portugal, são os que mais fazem uso da disponibilidade existente de internet, sendo que lá é apontado um percentual relativamente baixo dentre os cidadãos portugueses que concluíram o ensino médio.</p>
<p style="text-align:justify;">E mesmo quando o número de acesso aumenta isso não refletirá num aumento do uso, pois ocorrem metodologias próprias a cada país. Portugal é uma sociedade em transição, um país que partilha características de desenvolvimento, valores e condicionantes históricas.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas sociedades em transição nas quais foram utilizados os países: Portugal, República Tcheca, Grécia, Hungria e Polônia, verifica-se que os cidadãos mais velhos correspondem apenas 10% dos usuários mais novos. Provavelmente dêem preferência ao costumeiro, que é procurar em mídias impressas informações que lhes sejam de interesse. No caso dos mais novos, a procura por informações virtuais é grande devido a outros atributos oferecidos pela mídia eletrônica, sendo assim mais procurada. Devido ao hábito do jovem permanecer conectado de alguma forma à internet, facilita a procura por conhecimentos gerais. Ela otimiza o tempo, lhe fornece mais dados e fontes referente a determinado assunto.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">*Fontes: CIES, pesquisa Sociedade em Rede em Portugal (2003), para Portugal; outros países, World Internet Projet (2004).</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Hoje vivemos em uma sociedade diferente da que existiu até o início dos anos 70, essa sociedade é descrita por Manuel Castells como &#8220;sociedade em rede&#8221; e se caracteriza por sua forma de organização social, possibilitada pelo surgimento das tecnologias de informação ao mesmo tempo em que começaram a se processar significativas mudanças econômicas.</p>
<p style="text-align:justify;">Gustavo Cardoso concluiu que na sociedade em rede a integração entre diferentes mídias como: Rádio pela Internet, TV pela internet, Internet pela Tv entre outros, é o futuro, porque é o modelo que vem sendo praticado pela sociedade.</p>
<p style="text-align:justify;">Para Castells, existem dois modelos de relações sociais, o primeiro modelo é o de MC Luhan, pois estes têm na televisão o seu grande ícone, do qual as outras mídias formaram um mercado global, transformando o telespectador em objeto passivo, e mudam a linguagem transformando tragédias em shows e distribuindo para todas as partes da Terra em tempo real, transformando a informação em mercadoria.</p>
<p style="text-align:justify;">Nos dias atuais já podemos considerar como possibilidade para o futuro um mundo virtual dividido entre duas tendências que se equilibram: uma parcela de usuários cujos apetites, paixões, pensamentos e tendências são determinados de cima, tendo o individualismo, a submissão e a indiferença como marca e uma outra, marcada pela auto-organização, solidariedade e autodeterminação, formando sua contrapartida e por um lado a transformação do mundo em espetáculo torna o mundo virtual atraente, mesmo que à custa da autodeterminação e da liberdade de pensar de cada um, por outro, a liberdade de criar, de escolher, de se relacionar de uma forma mais autêntica com o outro e decidir os próprios destinos é uma força cuja existência os papas do mundo virtual não poderão ignorar por muito tempo, sob pena de se tornarem simplesmente coisa do passado.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje as sociedades em transição apresentam mais performances em relação às redes básicas de telefonia, rede móvel, internet, uso de computadores, etc.</p>
<p style="text-align:justify;">Notamos que as sociedades atualmente estão buscando se adequar às novas mudanças tecnológicas, porém existem alguns fatores que interferem neste desenvolvimento, tais como: a reclusão, a desigualdade de gênero, a falta de suporte para a expansão e avanço da tecnologia. Hoje a Finlândia é o país que mais se desenvolve e tem maior crescimento econômico utilizando as redes sociais.</p>
<p style="text-align:justify;">Fontes: Castells, M &#8211; A cultura da virtualidade real.</p>
<p style="text-align:justify;">Os países Brasil, Chile, Argentina e Uruguai apresentam valores de desigualdade elevados, quase sempre o triplo dos EUA ou o dobro de Chile e Argentina. Com relação às sociedades européias ocorre uma divisão em dois grupos. Primeiro constituído por Itália, Portugal, Grécia e Polônia com valores de desigualdade próximos dos EUA e o segundo onde Espanha, Hungria, Republica Tcheca e Eslováquia se encontra mais próximo do modelo finlandês.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando nos referimos ao nível de educação, citando que a abertura de uma sociedade não depende da taxa combinada de estudantes dos níveis fundamental e médio, sem introduzir o abandono escolar, esta situação colocaria Portugal e outras sociedades no nível dos EUA e Finlândia, países com grau de abandono bem mais reduzido.</p>
<p style="text-align:justify;">No campo da educação, a comparação entre países quanto a alfabetização funcional permite verificar que ocorrem fortes disparos entre países no quadro europeu. Portugal apresenta junto com Polônia os resultados mais negativos entre os países europeus analisados com taxa de alfabetização funcional de 52% para das economias avançadas de 83% e 80% para EUA e Finlândia.</p>
<p style="text-align:justify;">Com relação a abertura social notamos que Portugal conjuga com Espanha,  Hungria e Polônia com valores baixos na participação de associações, já Argentina e Itália com valores intermediários de 40%. Sendo que Republica Tcheca,  Eslováquia, Chile e Grécia com níveis de participação acima dos 50% da população.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Castells os motivos para a falta de participação em Portugal em primeiro lugar é a confiança pública nos políticos, embora essa desconfiança entre os cidadãos não ocorra em todas as sociedades, assim como Finlândia que é um dos países no mundo com a maior confiança na honestidade de seus políticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra razão de participação de diferentes países é a de condicionantes históricos globais e locais. Conhecida como a política não-convencional tornou-se cada vez mais a participação nas sociedades desenvolvidas, às petições, boicotes e outras ações diretas têm se tornado mais comum. No entanto essa medida de participação Portugal registra valores ainda mais baixos entre 22 países da Europa e Israel, com proximidade cultural e geográfica com países como a Espanha e Itália, onde se encontram com o índice mais elevado de participações.</p>
<p style="text-align:justify;">Com base nas analises de Inglehart e Catterberg, 21 países foram analisados entre 1981 e 1990, mostraram que o público parece ter-se tornado mais interessado na política, embora as pessoas vêem votando menos regularmente. Outra explicação sobre os fatores que condicionam a participação é a educação. O autor argumenta que o a leitura de jornais está correlacionada com o pertencimento associativo, que as regiões com o nível mais elevado de leitura são também aquelas onde a norma são as comunidades cívicas fortes. Na Europa mais do que influenciar a participação, a leitura de jornais esta ligada ao grau de educação das populações.</p>
<p style="text-align:justify;">Entre todas as sociedades analisadas, apenas Itália, Argentina e Brasil são países parcialmente livres em termos de liberdade dos meios de comunicação. Portugal entre 2001 e 2003 melhorou sua posição geral seguindo uma tendência similar da Finlândia, enquanto EUA teve um comportamento oposto e Cingapura continua sendo um país sem liberdade para os meios de comunicação. A evolução positiva como no caso de Portugal, mascarar que o valor final deve-se a uma avaliação positiva da evolução das leis e da regulação que, eventualmente, influenciam o conteúdo da mídia, que é contrabalançada por uma deterioração das pressões econômicas sobre esse conteúdo.</p>
<p style="text-align:justify;">A mídia atinge através da internet os países mais avançados com uma abrangência em cada assunto que envolve esse meio. A comunicação se destaca.</p>
<p style="text-align:justify;">Cada usuário se identifica e se envolve com essa tecnologia.</p>
<p style="text-align:justify;">Notícias chegam cada a todo minuto. Cabe a cada usuário descrever, identificar, dar forma, fazer com que essas informações torne uma comunicação em massa feedback.</p>
<p style="text-align:justify;">A cada dia a internet evolui, muitas pessoas dependem muito desse meio eletrônico. Nas empresas do mundo inteiro o uso da internet é fundamental e atinge 90% dos departamentos. Todo esse uso gera um custo para a economia dos países envolvidos. Mas, com tudo isso o desenvolvimento vem crescendo cada vez mais. Todo esse crescimento, podemos observar principalmente na área da educação.</p>
<p style="text-align:justify;">Dados mostram que com a internet, os usuários interagem e pode desenvolver pesquisas, tarefas, aprofundar nos conteúdos. Esse crescimento está relacionado com a idade. Problemas surgem dentro desse meio interativo em todos os aspectos. Muitas fontes de informações geram conflitos por não serem seguras. O conhecimento aprofundado pode ser prejudicado por conta disso. Hackers também fazem parte desse grande problema. Onde vírus são desenvolvidos a cada segundo. Sites impróprios atrapalham o acesso dos usuários.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem contar na responsabilidade de cada site, relacionado os bancos que oferecem as seus clientes comodidade, pagamentos por internet entre outros benefícios.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Bibliografia</p>
<p style="text-align:justify;">Cardoso, Gustavo – Sociedade em Rede, A Mídia</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>CAMILA ANDRADE</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>JÁSQUEL PEREIRA DE SÁ</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>KELLY LIDIANE</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>TATIANE BATISTA</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Comunicação Social &#8211; 6° Semestre Noturno &#8211; FAM</strong></p>
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		<item>
		<title>.JPG &#8211; perda de qualidade</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 23:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[http://design.blog.br/web/perda-de-qualidade-em-imagens-jpg<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=29&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://design.blog.br/web/perda-de-qualidade-em-imagens-jpg">http://design.blog.br/web/perda-de-qualidade-em-imagens-jpg</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Capitulos 2 e 7</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 22:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alencar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[As múltiplas dimensões da sociedade em rede. Muitas pessoas se perguntam o que seria esse novo termo utilizado por cientistas da comunicação.  Para entendermos do que se trata o enunciado, antes precisamos entender que a informação pode ser olhada de pelo menos três perspectivas complementares: como coleta, tratamento e análise da informação de dados. De [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=17&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>As múltiplas dimensões da sociedade em rede. </strong></p>
<p>Muitas pessoas se perguntam o que seria esse novo termo utilizado por cientistas da comunicação.  Para entendermos do que se trata o enunciado, antes precisamos entender que a informação pode ser olhada de pelo menos três perspectivas complementares: como coleta, tratamento e análise da informação de dados.</p>
<p>De acordo com Winer, ele acredita que a era Cibernética, está modificando toda a trajetória da comunicação.  Aquele modelo básico de comunicação que conhecemos, está cada vez mais se tornando obsoleto. A relação entre emissor e receptor pelo canal por onde circula a mensagem está se difundindo com outros meios onde o receptor ora recebe informação, ora transmite a informação.</p>
<p>A sociedade da informação dividiu a informação dentro de todos os canais, no qual a internet tem total atenção dos outros meios.</p>
<p>Quando falamos em sociedade da informação, a visão que baseia esta análise é a de uma crescente modernização tecnológica dentro do cenário de mídia, no qual a Internet está roubando todas as atenções para si.</p>
<p>Além disso, assistimos hoje, o surgimento da sociedade em rede, no qual mais uma vez a internet, as redes sociais, os agavs , fazem com que os internautas, mudem constantemente.</p>
<p>Hoje, somos Prosumers (consumidores e produtores de informação), hoje somos a própria informação.</p>
<p>De acordo com o livro “A mídia na sociedade em rede” capítulo: 2 , pág: 40, foi levantada a seguinte questão pelo autor:</p>
<p>A sociedade da informação existe como construção cultural?  Por quê? </p>
<p>Analisamos o cenário atual de mídia no mundo, e constatamos que o cenário existe, pois o engajamento da internet vem provocando diversos tipos de mudanças nos usuários. Com isso, novas opniões se formam e novas culturas surgem.</p>
<p>Os conceitos de modo de desenvolvimento informacional, de sociedade informacional e de sociedade em rede, são muito simples.</p>
<p>1º Se desenvolve a informação</p>
<p>2º Você transmite esta informação a uma sociedade especifica</p>
<p>3º Após transmitir a informação a uma sociedade, esta se responsabilizará por transmiti-la a outras sociedades, tornando assim o conceito de sociedade em rede, no qual todos partilham da mesma informação.</p>
<p>A sociedade da informação teve seu início, devido os inúmeros movimentos sociais no final dos anos 60 e desde então ao passar das décadas a sociedade se tornou e vem se tornando cada vez mais forte. Influencias de novas tecnologias e melhoria da economia nas últimas 3 décadas, foram as características principais para a evolução da informação em rede.</p>
<p>Atualmente, quanto mais temos informação, mais produzimos informação. A internet, as novas tecnologias presentes nas gerações Y e Z, fazem com que começamos a caminhar para um novo mundo, porém devemos ressaltar que tal mudança não agrada a todos.</p>
<p>Enquanto a internet e as novas tecnologias propiciam um grande ganho cultural e na educação, a globalização representa para uma grande parte da humanidade, perder poder político e ganhar empobrecimento econômico.</p>
<p>O estado  na era da informação vive muitas contradições, pois foi ele que no passado induziu a difusão das novas tecnologias. O estado, sempre teve em mente, manipular a tecnologia e hoje este recurso se volta contra.</p>
<p>“A internet descentraliza o controle das mãos de alguns e o distribui para as mãos do povo”</p>
<p>O fim do monopólio sobre a informação também representa o fim do monopólio dos governos sobre a ação. Hoje todos possuem o poder em suas mãos, basta saber usá-lo a beneficio próprio.</p>
<p>Há muitos anos, bem antes de engajarmos a era tecnológica, cineastas e curiosos de diversas áreas, já visualizavam o futuro. Em obras como StarTrek, Frankeisten, Strage Love e outros, era possível identificar efeitos associados a produção cultural sobre tecnologia em que se misturava alta e baixa cultura e tecnologia de ponta com aspectos visuais de lixo.</p>
<p>De acordo com o livro “A mídia na sociedade em rede” capítulo: 2, pág: 48 podemos também citar como exemplo, a super produção, “Matrix”.</p>
<p>De acordo com o livro o seu argumento, da continuidade à relação da ficção com o corpo, o poder e a máquina.</p>
<p>Hoje, em alguns casos, podemos ver nitidamente a máquina disputando o poder com os homens, como no filme Matrix.</p>
<p>As dimensões real e virtual, hoje são denominadas como virtualidade real. Podemos citar como exemplo os Avatar. Todos os dias, os internautas, inserem em seu cotidiano, características do real no virtual e do virtual no real. (a realidade vivida pelo homem é um só).</p>
<p>Estamos em uma fase que no extremo, vivemos um universo hiper-real, um mundo onde a imagem é mais poderosa que o seu referente real.</p>
<p>A internet, por seu lado, representa uma espécie de vingança da escrita contra as imagens. A Imagem terá cada vez menos espaço e a escrita possivelmente continuará a ser o elemento-base da dimensão comunicativa da internet.</p>
<p>Nesta era milhares de pessoas, estão acostumadas ao diversos mundos virtuais da internet. Uma pessoa pode ter múltiplas identidades on-line.</p>
<p>O conceito de informação estática (livros, artigos, imagens) muda,  se transforma em fluxo de conhecimento virtual e as sociedades informacionais são culturalmente caracterizadas por assumirem características de virtualidade real.</p>
<p><strong>A massificação da experiência da internet</strong></p>
<p>Segundo Gustavo Cardoso jornais, televisão e rádio adotaram a internet de diferentes formas.</p>
<p>(&#8230;) a estratégia de transformação da própria internet pode especular que ela começa a ser delineada em grande medida devido ao conjunto de aquisições e fusões a que assistimos entre os meios de comunicação de massa e as telecomunicações a partir da segunda metade dos anos 1990 e até a queda da Bolsa de 2001 (2007 p.275).</p>
<p>Ao longo dos últimos anos, assistimos a grandes fusões entre empresas de comunicação (&#8230;) e empresas de internet (&#8230;), também assistimos a acordos estratégicos, ou comprar de empresas e conteúdos.</p>
<p>Essas parcerias econômicas ocorrem globalmente e, muitas vezes, juntando empresas, atuando em diferentes continentes (&#8230;), representando por isso um fenômeno fundamental para compreender o que é hoje a internet (2007 p.276).</p>
<p>O setor da mídia é normalmente caracterizado por custos de produção muito elevados em comparação com o custo da reprodução (Perreti, 2000 p.276).</p>
<p>Mas essa integração ocorre de forma diferenciada entre segmentos culturais e informativo-noticiosos. Os processos relativos ao segmento conteúdo são influenciados pela possibilidade de um mesmo produto poder ser transformado para vários mercados. (2007 p.276)</p>
<p>Para isso foi necessário criar pontos de entrada na internet que fixassem o usuário ou, pelo menos, o fizessem recorrer a eles com a maior freqüência possível. A rentabilização desses espaços seria oriunda da publicidade e no futuro  poderia vir, ou não, a ser assegurada por conteúdos pagos. (p. 277)</p>
<p>Isto é, o usuário não precisa  navegar sozinho, pois é mais fácil para ele, sempre que possível, realizar uma navegação previamente definida, pelo portal. Essa lógica desenvolveu-se com o objeto de maximizar o lucro pela publicidade e os conteúdos para acesso exclusivo dos clientes do operador de telecomunicações. (p. 278)</p>
<p>Gustavo Cardoso diz que quando falamos de dimensão da internet, falamos em termos dos seus conteúdos. Em particular as homepages ou unidades de medida de informação digitalizada (&#8230;). (p.279)</p>
<p>No entanto, existe pelo menos uma fórmula alternativa para o cálculo da dimensão da internet. Lawrence e Giles (1999) publicaram um estudo sobre a dimensão da informação disponível na internet e a distribuição temática dos conteúdos. Nesse estudo, apontava-se para a existência de uma parte indexável da internet, isto é, pública, constituída em fevereiro de 1999, por 800 milhões de páginas distribuídas por cerca de 2,8 milhões de servidores web. (&#8230;) Os Dados apresentados por Lawrence e Giles e o estudo da Internet System Consortium, Inc. (ISC) sobre a evolução de hosts internet, entre 1999 e 2001, permitem estabelecer um valor estimado para a dimensão da internet em 2001, que deveria rondar os 2 bilhões de páginas HTML. (p. 279)</p>
<p> A História dos portais iniciou-se com o Yahoo!, um mecanismo de busca fundado por dois estudantes universitários norte-americanos, Jerry Yang e David Filo, em abril de 1994. (&#8230;) O início do ano 2000 foi caracterizado pela multiplicação de projetos de portais, alguns deles protagonizados pelos grandes grupos de comunicação social. Nessa guerra de conceitos, estratégias e audiências surgiram, além dos portais “horizontais”, (&#8230;) e “verticais” (&#8230;). Mas o mercado nacional, limitado e pequeno para tantas marcas, ditou o fim de alguns desses projetos e a sobrevivência de um número reduzido. (p. 283)</p>
<p>Quanto à sua dimensão informativa e retomando a proposta de Montis, (2001) pode-se dizer que todos os portais têm uma área de divulgação dos temas sobre os quais se pode obter informações. Os serviços disponíveis comuns aos portais portugueses são os horóscopos, meteorologia e trânsito. (&#8230;) (p. 283)</p>
<p>Quanto à disponibilização de notícia, todos os portais o fazem usando diversas alianças, normalmente com o seu próprio grupo editorial quando ele existe ou com serviços de agências noticiosas. (p. 284)</p>
<p>O seu modelo de negócios é essencialmente baseado na publicidade e também nas transações comerciais, tendo o portal, por motivos comerciais, também evoluídos pela lógica de integração vertical a montante. (p. 284)</p>
<p>O aumento dos fluxos informativos-comunicativos na internet criou a necessidade de espaços direcionados para a organização, seleção e atualização dos conteúdos e do próprio conhecimento que os indivíduos possuem no meio. (p.285)</p>
<p>(&#8230;) temos a visão tradicional em que o conteúdo é visto como o produto de uma profissão cujas principais características são as capacidades criativas e analíticas ante a informação, isto é, os jornalistas. Por outro, na visão mais recente, conteúdo é visto como podendo ser qualquer coisa e não tem que ser, obrigatoriamente, o produto de um especialista. (p. 287)</p>
<p>(&#8230;) somos também levados a considerar que existem novas formas de comunicar informações que não podem ser descritas como jornalismo, pois partem de novos paradigmas comunicacionais, sendo os portais o seu campo de ação por excelência.</p>
<p>Como verificamos, a intervenção conjugada, e orientada por razões econômicas, de meios de comunicação de massa e empresas de telecomunicações na internet teve como conseqüência, não apenas a institucionalização de um instrumento (&#8230;) — o portal —, também originou o surgimento de uma nova concepção de modelo de produção de informação. (p. 288)</p>
<p> <strong>Mídia, Memórias, Filtros.</strong></p>
<p><strong> </strong>Acessibilidade da informação citou a ilusão associada à comparação entre internet e biblioteca. Uma biblioteca é um espaço onde se encontra o registro da memória, fixada em história, da humanidade. Com o surgimento da internet o espaço virtual tornou-se fácil publicação da informação, a informação se propagou, proliferou, democratizou-se.</p>
<p>A memória é ao mesmo tempo meio e mensagem. Desenvolvem-se com interação e com práticas, experiências e códigos simbólicos partilhados. Estruturada pela linguagem e é parte do processo de reprodução social.</p>
<p>A internet de hoje é um espaço composto por dimensão de arquivo, mas aonde ao mesmo tempo, coexiste o esquecimento, o pagar, o desaparecer da informação.</p>
<p>Nem todo informação na internet interessa para todas as pessoas.</p>
<p>Outro ponto importante da internet são filtros, sistemas de busca filtram as informações de interesse de quem contrata um tipo de serviço na internet.</p>
<p>Hoje os filtros são utilizados no sistema de busca, comercialmente,  com o propósito de coletar informações sobre o internauta. mapeando seus passos para oferecer melhores produtos e serviços, alavancando o consumismo exagerado.</p>
<p> “Todos os mecanismos de busca apagam os documentos mais antigos e os substituem pelos que apresentam uma marca temporal mais próxima do presente. Isso leva á perda de informação numa dimensão histórica, fazendo com que os mecanismos de busca sejam essencialmente objetos de apresentação do presente e não do passado”. </p>
<p>Mediante uma necessidade de coleta de informação de dimensão histórica, os mecanismos de busca se tornam não fiáveis fazendo com que em uma analise temporal estejam limitados a páginas que tenham indicação de quando foram publicadas.</p>
<p>“Uma terceira dimensão, também normalmente ausente da percepção do usuário, é a autocensura comercial ou imposta pelo estado aos próprios mecanismos de busca”.</p>
<p>Podem-se citar países como Franca e Alemanha onde centenas de milhares de sites que podem ser acessados nos EUA, não podem ser acessados nesses estados. Esses sites são maioria de índole racista ou que negam a existência do holocausto. Isso puramente para evitar ações legais contra a empresa proprietária do mecanismo de busca.</p>
<p>Quem navega na internet é dependente dos criadores dos mecanismos de busca, equipes de Marketing e do próprio mecanismo de busca, pois são eles quem define os critérios e seus resultados. A qualidade de informação passada é um produto de um julgamento de valor, da própria pessoa que navega ou do mediador da informação.</p>
<p>“Nos meios de comunicação de massa tradicionais a credibilidade antecede ou acompanha o evento informativo ou de entretenimento com o qual o usuário contata”.</p>
<p>Quando pensamos em meios como RTP, CNN, BBC, RAI ou a nacional GLOBO, associamos qualidade as informações que estão sendo passadas ao público telespectador. Na internet isso é diferente, esse processo ocorre como a interação do internauta com a notícia, bem como isso também remete a rede de sociabilidade, inerentes a internet, ou a uma avaliação de uma entidade externa.</p>
<p>A MÍDIA NA SOCIEDADE EM REDE</p>
<p>Capítulo 2 e 7</p>
<p>Grupo 2</p>
<p>Agência Carbono</p>
<p>Alencar Botari</p>
<p>Ezio Moreira</p>
<p>Humberto Alencar</p>
<p>Julio Cesar de Sousa</p>
<p>Yuri Ravazani</p>
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		<title>Capítulo 1 &#8211; A Mídia na Sociedade em Rede &#8211; Grupo 1</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 00:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Não categorizado]]></category>

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		<description><![CDATA[A MÍDIA NA SOCIEDADE EM REDE Este livro do Autor Gustavo Cardoso aborda assuntos globais, sociedade, mídia, cidadania. Interatividade, cultura na era da informação. O autor transmite a compreensão de como as mídias precisam evoluir juntas, porque nenhuma substitui a outra, como ela funciona dentro da sociedade em Rede. Qual a nossa ligação com a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comunicdigital.wordpress.com&amp;blog=15394737&amp;post=4&amp;subd=comunicdigital&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A MÍDIA NA SOCIEDADE EM REDE</p>
<p>Este livro do Autor Gustavo Cardoso aborda assuntos globais, sociedade, mídia, cidadania. Interatividade, cultura na era da informação.</p>
<p>O autor transmite a compreensão de como as mídias precisam evoluir juntas, porque nenhuma substitui a outra, como ela funciona dentro da sociedade em Rede.</p>
<p>Qual a nossa ligação com a mídia enfim, mostra a Interligação de uma mídia com a outra.</p>
<p>Este tema mostra como nos comportamos com essas diversas mídias na Sociedade em rede. Qual o papel que ela atribui para cada um de nós.</p>
<p>Este capítulo apresenta a importância da evolução tecnológica na sociedade, expande a idéia de, cada vez mais, a revolução tecnológica ocorrer no mundo.</p>
<p> Essa cultura trata-se da virtualidade real porque fez surgir um novo sistema de comunicação simbólica diretamente associado aquilo que designa como cristalização de um contexto de relações de produto/consumo de experiências.</p>
<p>Permite a interatividade que o consumidor tem com o produto de uma forma mais realista. Vejamos os celulares, câmeras digitais, gera um capital simbólico para as indústrias de produção cultural, e também para quem possuir este produto.</p>
<p> A tecnologia gera uma grande satisfação, rapidez, acessibilidade entre outros que compõe o mundo da comunicação, fazendo com que as pessoas se interessem cada vez mais.</p>
<p>Relata Gustavo Cardoso (2007) “Essa virtualidade é a nossa realidade pois dentro dessa cultura construímos processos virtuais de comunicação de base eletrônico. É real e não imaginaria, de representações fazemos o nosso trabalho nos relacionamos com outros  para obtermos informações, opiniões, atuando politicamente e alimentando nossos sonhos”</p>
<p> Todo esse processo acaba influenciando o condicionamento e promovendo nossa autonomia de quem somos, o que faremos e do que precisamos.</p>
<p>Alguns países têm um avanço tecnológico maiores do que outros, depende do desenvolvimento de cada país.</p>
<p>De acordo com Gustavo Cardoso (2007) a internet permitiu a migração dos meios de comunicação normais para on-line. Isso quer dizer que a internet, não quer e nem irá substituir os principais meios de comunicação , eles apenas caminham juntos.</p>
<p>Segundo Gustavo Cardoso (2007, p.16) “(&#8230;) o segmento da internet permitiu numa primeira fase a migração para on-line digital do meio de comunicação de massa tradicional, criando as pontes necessárias entre a velha e nova mídia. Numa 2ª fase, a mesma internet (&#8230;) induziu o estabelecimento de um número cada vez maiores de interligações entre todas as mídias, fossem digitais ou analógicas.”</p>
<p>Tudo iniciou com mídias analógicas e a tendência, é a tecnologia aprimorar cada vez mais. De qualquer maneira a comunicação pública continua sendo os principais meios mais utilizados, sendo estes, a televisão, rádio, imprensa escrita.</p>
<p>Independente da evolução da internet , a televisão é um hábito utilizado pela sociedade e acreditamos que nunca deixará de existir.</p>
<p>A evolução tecnológica proporciona a capacidade de criar autonomia na sociedade, ajuda a criar opiniões sobre determinados assuntos.</p>
<p> De acordo com Gustavo Cardoso (p.20) “ A aliança econômica entre o setor das telecomunicações e os produtores de conteúdos (designação atribuída pelos primeiros aos meios de comunicação de massa formalizam uma nova constelação de funções de usos atribuídos à internet e consequentemente o desenvolvimento de produtos e ferramentas a oferecer aos usuários”.</p>
<p>  A sociedade vem crescendo e cada dia que passa nos tornamos formadores de opinião, a organização dessas mídias na sociedade em rede ajuda em nossas decisões e interatividade ligado a cada mídia, seja ela qual for televisão, radio, jornal, internet, temos uma certa autonomia para decidirmos o que queremos. E por sermos seres pensantes precisamos nos comunicar e desenvolver papeis na sociedade, essa comunicação é facilitada através dessas mediações e da tecnologia que vem crescendo cada vez mais.</p>
<p>Essa sociedade designada por Castells, como sociedade em rede caracterizada por uma mudança na sua forma de organização social, possibilitada pelo surgimento das tecnologias de informação em um período de coincidência temporal, com uma necessidade de mudança econômica.</p>
<p>Para Wolton (1999) considera que ao lidarmos cada vez mais com a tecnologia, que nos permite segmentar os conteúdos em função da nossa escolha de interesse, estamos perdendo o elo de ligação social que a televisão, radio, jornal generalista nos forneciam traduz-se na perda de força, de projetos coletivos da sociedade.</p>
<p> A questão é como essas mídia são influência para o aumento da nossa autonomia, quanto tempo gastamos com elas e até onde sua interatividade pode chegar.</p>
<p> Cidadania segundo Tuner (1994) pode ser definido como o conjunto de praticas dos indivíduos como membro competentes de uma comunidade construindo a sua esfera de atuação em um vasto campo. Essa cidadania atribui as nossas escolhas desde quando nascemos, onde vamos morar(outro país).</p>
<p>“Enquadramos em uma sociedade onde as regras são mais ou menos estruturadas” (Gustavo Cardoso 2007).</p>
<p> Essa cidadania na Sociedade em Redes de relacionamento em torno  de nossos projetos e projetos coletivos e de valores partilhados por cada um, ou seja, a comunicação como foco.</p>
<p>Esses projetos variam, podendo ser comum resolver algum problema de falta de água no seu prédio, ou a valorização de um programa de televisão que gostamos por que constitui em afirmação da nossa identidade.</p>
<p>“ Nem a televisão, nem a internet por si só pode assegurar e permitir a gestão da autonomia individual e a participação social. Essa mídias precisam ser interligados para abranger a sociedade e se completarem na comunicação  da Sociedade em Rede”.</p>
<p>Estas interligações precisam ser fortes e andar juntas, para persuadir, convencer, entreter, de contar, de ouvir falar e de ser ouvido.</p>
<p>“ Mas trata-se de um poder limitado pois depende também do contexto onde é exercido”.</p>
<p>“Se acertamos o desafio de olhar e analisar parte dos atores sociais e intelucionais da sociedade em Rede perante a mídia, temos igualmente de levantar a hipótese de que as tecnologias de mediações serão apropriadas em função das necessidades de quem usa”.</p>
<p> Dentro de casa mídia será então atribuído diferentes papeis sociais por parte dos usuários.</p>
<p> Conclui-se que as mídias tendem a crescer e uma é ligada a outra, criando novas redes, e podemos afirmar que a mídia já faz parte de nós. Do nosso papel na sociedade, ela é responsável por informações e tudo aquilo que engloba Comunicação dentro da Sociedade em Rede.</p>
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